Bandeira da África do Sul

A bandeira nacional da República da África do Sul foi adotada a 26 de Abril de 1994. A bandeira foi concebida pelo Armeiro de Estado, F. Brownell. Uma tentativa anterior de criar uma nova bandeira, pedindo sugestões ao público, não se revelou bem sucedida.

Apesar da sua novidade, a bandeira revelou-se um excelente símbolo nacional, mesmo entre os sul-africanos de pele branca, cuja bandeira veio substituir, e pode ser hoje vista com regularidade em eventos desportivos e afins.

As melhores formas de descrever a bandeira é como duas bandas horizontais de vermelho (topo) e azul, separadas por uma banda central [verde] que tem a forma de um Y horizontal, cujos braços terminam nos cantos do lado da tralha. O Y delimita um triângulo isósceles preto, separado dele por listas amarelas estreitas. As bandas vermelha e azul estão separadas da área verde por listas brancas estreitas.

As cores da bandeira tem cada uma seu significado. O vermelho significa o sangue do povo, o azul representa o céu, as cores preto e branco significam as raças negra e branca, o verde representa as florestas e o amarelo é ouro. A África do Sul é um dos maiores produtores do metal precioso no mundo.

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Camicases

Esses aviadores não eram uns malucos prontos para se matar, mas uma arma efetiva do Exército e da Marinha japonesa. Eles faziam parte de grupos de pilotos organizados para realizar ataques suicidas contra navios americanos e britânicos no oceano Pacífico durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Essa tática desesperada dos camicases (deuses do vento, em japonês) refletia a crise do Exército nipônico, quando a derrota para os Aliados era iminente. Tanto que eles apareceram apenas em 1944, quando as Forças Armadas do Japão sofriam com grandes baixas e inúmeras perdas de equipamento. O que movia esses homens para a morte certa era um fervor genuinamente religioso, baseado em valores tradicionais do Japão. Culturalmente, o suicídio em determinadas circunstâncias era visto por eles como demonstração de honra. Uma atmosfera sagrada envolvia os aviadores: na véspera de suas missões eles participavam de rituais religiosos e embarcavam para a morte com espadas de samurai, símbolo máximo da bravura nipônica. Mesmo com todo esse glamour, os camicases geralmente eram pilotos novatos que utilizavam qualquer avião que pudesse voar. Apesar disso, uma aeronave especializada chegou a ser feita exclusivamente para os suicidas. Equipado com motores-foguete, esse avião 100% camicase era minúsculo e pesava só 480 quilos fora a bomba de mais de 1 tonelada que ele carregava. Pelas contas dos americanos, os camicases não eram muito eficientes: calcula-se que três em cada quatro aviões suicidas eram destruídos antes de atingir o alvo, e apenas um em cada 33 conseguia afundar um navio. Ainda assim, eles espalharam terror no front oriental da Guerra. As estimativas dão conta que os camicases destruíram mais de 30 navios e mataram 5 mil americanos em uma única batalha, diz o historiador americano Jon Guttman, editor da revista americana especializada Military History (História Militar).

MERGULHO PARA A MORTE
Aviões japoneses carregavam 1 200 quilos de explosivos e voavam a quase 1 000 km/h


ARMA HUMANA


1- O avião camicase era basicamente uma bomba pilotável. Tanto que era transportado por um bombardeiro e não tinha trem de pouso. A miniaeronave era solta nas imediações do navio a ser atacado, mas como os bombardeiros eram pesados e lentos, os aviões viravam alvo fácil para os caças inimigos


2 - O piloto suicida viajava dentro do bombardeiro. Quando a aeronave chegava às proximidades do alvo, ele descia pelo compartimento de bombas e acomodava-se no avião camicase.
Então, ele se desprendia e iniciava um vôo planado por cerca de 80 quilômetros, a 470 km/h


3 - A cerca de 5 quilômetros de distância do alvo, o piloto do avião suicida disparava os três motores-foguete da aeronave, movidos a pólvora, e iniciava seu mergulho final em direção ao navio. Nessa hora, sua velocidade passava de 960 km/h, quase 300 km/h mais rápido que os caças americanos encarregados de interceptá-lo


4 - Na hora do mergulho, o piloto tentava atingir o navio inimigo no ângulo mais reto possível, para dificultar a ação da artilharia defensiva.
Os aviões suicidas não causaram destruição ainda maior por serem comandados por aviadores inexperientes, que não acertavam os pontos mais vulneráveis dos alvos


5 - Nas missões suicidas, pilotos camicases usaram também aviões convencionais. Equipadas com cargas de explosivos e tanques extras de combustível para garantir a destruição na hora do impacto, essas aeronaves podiam causar danos graves o bastante para colocar os navios atacados fora de combate, mesmo que não conseguissem afundá-los


6 - Para dificultar a ação dos ataques camicases, os americanos reforçaram sua artilharia antiaérea, aumentaram a blindagem dos navios e adotaram manobras defensivas, como evitar concentrações de barcos. A partir de dezembro de 1944, destróieres equipados com radar passaram a ser posicionados a 100 quilômetros das frotas principais. Eles davam um alerta antecipado para orientar os caças que revidavam o ataque

Parque Nacional de Plitvice

Parque Nacional de Plitvice.

A região foi declarada Parque Nacional em 1949, e catalogada como Patrimônio Natural da Humanidade da Unesco em 1979. A beleza do Parque Nacional pode ser vista em seus dezesseis lagos interconectados por cascatas e rodeado de bosques profundos que são povoados por cervos, ursos, lobos e javalis entre outros animais selvagens.

Os 300 quilômetros quadrados que conformam o Parque Nacional Plitvice podem ser percorridos a pé através de trilhas e pontes de madeira.

Os lagos são famosos por suas cores distintas. Estas cores mudam constantemente dependendo da quantidade de minerais que possuam, dos organismos na água e do ângulo da luz solar.

Os lagos de Plitvice foram uma atração turística importante no século 19. O primeiro hotel foi construído em 1896, e já em 1893 fundaram o primeiro comitê de conservação do local.


Em 1949 o governo comunista da Iugoslávia nacionalizou os lagos convertendos-os em um Parque Nacional.

O parque logo se tornou uma das atrações turísticas mais populares da extinta Iugoslávia. No entanto, em março de 1991, aconteceram alguns confrontos armados no local que deterioraram notavelmente algumas instalações.

Na atualidade o setor turístico está recuperado e foi remodelado com a maioria de seus hotéis e pontes. É um lugar ideal para os amantes da natureza. A entrada para o passeio no Parque custa aproximadamente 25 reais por pessoa.

Um mergulho no abismo submarino

Lembram do sensacional mergulho e recorde de William Trubridge ao mergulhar no "Buraco azul de Dean", a gruta submarina mais profunda do planeta? Hoje é a vez do campeão do mundo de apneia ou mergulho livre Guillaume Nery que realizou um incrível mergulho no local, a gruta submarina mais profunda do planeta, um abismo de 202 metros.


O "Buraco azul de Dean" está localizado no oeste de Clarence Town na ilha Longa de Bahamas. Sua curiosa forma produziu-se com a última glaciação, ao final do Pleistoceno há uns 15.000 anos.


Uma gruta vertical onde a luz não penetra e cujas águas são anóxicas (pobres em oxigênio), convertem a gruta em um meio muito desfavorável para a maioria da vida marítima, mas no entanto proliferam um grande número de bactérias.

O espetacular vídeo da descida foi filmado por Julie Gautier, a própria noiva do campeão francês que com uma câmera em mãos também mergulha sem ajuda de cilindros de ar. Sensacional!


vida inteligente em Saturno

Segundo as últimas descobertas, Saturno teria mais de 60 luas. Seu satélite maior, chamado Titã, que é quase tão grande como um planeta, é estudado pela NASA com a sonda Cassini, que enviou algumas imagens realmente incríveis.


Segundo as fotos, na atmosfera existe a presença de combustível, que supostamente seria consumido por um tipo de vida inteligente na superfície.

O relatório químico da Nasa indica que os "aliens" respiram hidrogênio, porque este é o gás se encontra na atmosfera, mas na superfície desaparece por completo.

- "Se estes sinais são um sinal de vida, seria duplamente interessante, porque representaria uma segunda forma de vida que nada tem a ver com a vida baseada na água que temos na Terra", indicou o astro biólogo da NASA, Chris McKay.

O único problema é que a temperatura média em Titã, onde existem rios e lagos de metano, é de mais ou menos -180 graus Celsius.

Os cientistas afirmam, porém, que formas de vida baseadas no metano ainda são apenas possibilidades hipotéticas. De acordo com comunicado da Nasa, os pesquisadores ainda não detectaram essa forma de vida em lugar algum, apesar de haver micróbios que vivem na água na Terra que conseguem sobreviver no metano ou que o produzem como resíduo.

A primeira tempestade vista num exoplaneta

Ventos a mais de cinco mil quilómetros por hora num mundo a 150 anos-luz daqui


Tudo em Osíris acontece a velocidades vertiginosas e a temperaturas extremas. Ventos, órbita, muito calor e muito frio. Há tudo isso ali. Osíris, cujo nome oficial é HD209458b, um arrazoado de letras e de números que significam um lugar próprio no catálogo dos exoplanetas (ou planetas extra-solares) até hoje descobertos, é o primeiro destes mundos fora do sistema solar em que os astrónomos conseguiram medir a velocidade do ventos tempestuosos que ali sopram, a uns inimagináveis cinco mil a 10 mil quilómetros por hora. A descoberta foi publicada ontem na revista Nature.

Osíris, assim chamado em virtude das suas semelhanças com a história do deus egípcio, que foi morto e despedaçado pelo seu irmão, é já um "velho" conhecido dos astrónomos.

À distância de 150 anos-luz da Terra, na órbita de uma estrela localizada na constelação de Pégaso, ele foi o primeiro destes mundos a ser descoberto, em 1999, pelo método de medição do trânsito - quando o planeta passa em frente da estrela, os astrónomos conseguem medir a diminuição da luz que ela emite e assim detectam a presença do planeta.

Mas Osíris também é um pioneiro noutras frentes: foi o primeiro exoplaneta em que os astrónomos conseguiram detectar uma atmosfera, o primeiro em que se identificou a presença de hidrogénio e de oxigénio e, agora, o primeiro em que se mediu a velocidade dos ventos que ali sopram: na verdade, uma megatempestade permanente.

"Definitivamente, não é um planeta para os fracos de coração", comentou o astrónomo Ignas Snellen, da Universidade de Leiden, na Holanda, que coordenou a investigação.

Utilizando os VLT (Very Large Telescopes) do ESO (European Southern Observatory), instalados no deserto de Atacama, no Chile, a equipa de Ignas Snellen fez medições da atmosfera do planeta, que cumpre uma órbita em torno da sua estrela a cada três dias e meio, e detectou ali altos níveis de monóxido de carbono. "Foi ao estudarmos aquele gás mortal que descobrimos a existência de superventos, que sopram a uma velocidade entre os cinco mil e os dez mil quilómetros por hora", contou o coordenador do estudo.

Este estudo abre também caminho a futuras investigações idênticas noutros planetas fora do sistema solar.

Fenda pode separar a África

O continente africano poderá ser dividido ao meio pelo aparecimento de um novo oceano em dez milhões de anos, segundo um grupo de cientistas britânicos que vêm monitorando mudanças geológicas na região de Afar, na Etiópia.

Segundo descreveram os cientistas durante uma conferência da Royal Society, de Londres, uma fenda de 60 quilômetros de comprimento se abriu a região em 2005 e vem crescendo desde então.

Um monitoramento num período de apenas dez dias verificou a expansão da fenda em oito metros, segundo o sismólogo James Hammond, da Universidade de Bristol, um dos coordenadores do estudo.

Os pesquisadores dizem que o processo acabará dividindo a África em dois, transformando parte da Etiópia e da Somália em uma grande ilha no Oceano Índico.

Erupção
A fenda começou a aparecer em 2005, após a erupção do vulcão Dabbahu, na região de Afar. O local, apesar de ainda não ter água, está localizado abaixo do nível do mar.

Os sismólogos dizem que estão presenciando um processo que normalmente só ocorre debaixo dos oceanos.

"Partes de Afar estão abaixo do nível do mar, e o oceano está separado por apenas uma faixa de 20 metros de terra do território da Eritréia", afirmou Hammond à BBC.

"Então essa terra cederá eventualmente, o mar entrará e começará a criar esse novo oceano", disse o cientista.

Segundo ele, com o tempo esse oceano crescerá até separar de vez a região do chamado "Chifre da África" do restante do continente, criando assim "uma África menor e uma ilha muito grande no Oceano Índico".

O que motiva um psicopata?

Saber o que se passa na cabeça de um psicopata para que lhe seja possível protagonizar os actos mais atrozes, como cometer assassínios atrás de assassínios, é uma questão que, porventura, já se colocou a cada um de nós quando confrontados com notícias chocantes.

Cientistas quiseram também encontrar uma explicação e concluíram que um aspecto chave que está na base desse tipo de comportamento é a hipersensibilidade à recompensa, o que pode criar um interesse patológico por dinheiro, sexo e status, segundo revelam os sítios da internet das revistas Science e Nature Neuroscience.

O ponto de partida da investigação foram as duas características básicas partilhadas pelos psicopatas: a incapacidade de criarem empatia com as emoções dos outros, como o medo no rosto de uma pessoa, e um comportamento anti-social e impulsivo marcado por uma agressividade excessiva e uma despreocupação quanto a eventuais riscos.

Quanto à primeira característica, a ciência já localizou os mecanismos que provocam a falta de empatia. Mas pouco foi estudado relativamente à característica da impulsividade, uma área que ser de grande relevância na investigação e prevenção do crime violento.

Um grupo de cientistas liderado pelo neurocientista Joshua Buckholtz, da Universidade de Vanderbilt, em Nasville, colocou como hipótese que os psicopatas pudessem reagir à possibilidade de obterem uma recompensa.

Resolveram fazer incidir a investigação num sistema de regiões do cérebro interligadas entre si, o sistema mesolímbico de recompensa, que motiva o ser humano a procurar "prémios" através da libertação do neurotransmissor dopamina.

A hipótese colocada pelos cientistas foi a dos psicopatas também poderem reagir a outro tipo de recompensas. Esta possibilidade foi testada num grupo de 30 voluntários normais através da administração de estimulantes (anfetaminas) e da monitorização da reacção do cérebro via ressonância magnética.

Os testes indicaram que quanto maior é a actividade nos circuitos da dopamina quando a pessoa antecipa uma recompensa, mais impulsiva é a sua personalidade.

Segundo Bucholtz, num psicopata a grande apetência para obter uma recompensa faz com que actue nesse sentido independentemente das consequências. Esta característica ligada ao facto de não sentir empatia com os outros leva ao comportamento criminoso.

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Fumantes são menos inteligentes

Além de fazer mal aos pulmões e de causar ataque cardíaco, o cigarro também pode diminuir o QI (quociente intelectual) de uma pessoa, revelou um estudo realizado com 20 mil voluntários jovens pelo Centro Médico Sheba do Hospital Tel Hashomer, em Israel.

Pessoas jovens que fumam regularmente tendem a possuir um menor nível de inteligência do que aquelas que não fumam, revelou o jornal inglês Daily Mail. Quanto mais inveterado o fumante, menor o QI.

Pessoas que fumam um ou mais maços de cigarros por dia obtiveram um QI, em média, 7,5 pontos menor do que os que não fumam. Um típico fumante entre 18 e 21 anos tem um QI de 94 enquanto um não fumante da mesma faixa etária tem, em média, um de 101. Aqueles que fumam mais de um maço por dia têm QIs baixos em torno de 90. A inteligência média vai de 84 a 116 pontos.

O chefe da pesquisa, Mark Heiser, disse que ainda não está claro se o cigarro causa a queda no nível de QI ou se pessoas menos inteligentes tendem mais a fumar.

- O certo é que as pessoas com QI baixo são aquelas que decidem fumar. Não é uma questão de status socioeconômico, se eles são pobres ou são um nível menor de escolaridade.

Weiser sugeriu que os resultados poderiam confirmar uma convicção antiga de que pessoas com menores QIs tendem a tomar decisões piores em relação à sua saúde – por isso são mais propensos a usar drogas, a comer alimentos menos saudáveis e a fazer menos exercícios.

O estudo poderia ser usado na prevenção do tabagismo em jovens com QIs mais baixos. Os pesquisadores descobriram que 28% dos adolescentes entrevistados fumam um ou mais cigarros por dia, 3% admitiram ter fumado no passado e 68% dos jovens do sexo masculino nunca fumaram.

Os cientistas ainda não conseguem explicar a ligação entre os danos ao funcionamento do pulmão e o envelhecimento cognitivo, mas sugerem que o tabagismo poderia colocar em estresse oxidativo, que causa danos ao DNA.

Pés

Pés que falam
Quem costuma prestar atenção nos olhos ou no sorriso para descobrir um pouco da personalidade da pessoa pode estar deixando de lado uma parte do corpo muito significativa. Pela leitura dos pés, pode-se identificar problemas fisiológicos, tratá-los e descobrir mágoas e traumas de pessoas. O formato dos pés, o modo como os dedos se relacionam e até os calos podem revelar segredos. Por exemplo, se o calo estiver no dedo vizinho ao dedo mínimo do pé esquerdo indica uma profunda mágoa de amor. Quem afirma é Osni Tadeu Lourenço, vice presidente da Associação de Reflexologia, técnica que une
conceitos de medicina tradicional e chinesa.

Conheça, agora, algumas curiosidades sobre os pés:

Dedos muito separados
Pessoa vagarosa para expressar o que quer. Quanto maior a separação do dedão, mais tempo leva para manifestar-se.
Dedão com o mesmo tamanho dos outros
Pessoa que muda constantemente de assunto. Sempre tem mil idéias diferentes ao mesmo tempo e tenta resolver a maioria na mesma hora.
Dedão maior que os outros
Muito falante e excelente orador. No entanto, não se preocupa muito com o que diz.

Significado dos dedos:
Dedão esquerdo – tristeza
2º dedo – sentimentos
3º dedo – criatividade
4º dedo – amor
5º dedo – confiança

Dedão direito – alegria
2º dedo – desejo
3º dedo – atividade
4º dedo – apego
5º dedo – insegurança

Adolescência e o cérebro

Por que é que os adolescentes são como são? Por que é que têm mudanças súbitas de humor, problemas de concentração, comportamentos de risco? Só muito recentemente é que os especialistas começaram a desvendar as bases neuronais destes autênticos enigmas

É preciso paciência para aturar filhos adolescentes. Com a puberdade não é apenas o seu corpo que sofre uma transformação. A sua personalidade pode mudar radicalmente. Tornam-se impacientes, rudes, mal-humorados, descuidam os estudos e a sua paciência para aturar adultos desvanece-se sem deixar rasto. Passam horas frente à televisão a ver séries de inteligência duvidosa, fechados no quarto a ouvir música, a trocar mensagens cheias de interjeições e símbolos esquisitos com os amigos no Messenger, horas em cochichos e risinhos ao telefone, adoptam numa fracção de segundo uma aparência absolutamente inexpressiva e um olhar vazio quando um adulto os interpela, esgueiram-se habilmente de quarto para quarto de forma a evitar os pais, os seus horários deixam misteriosamente de coincidir com seja o que for que a família costumasse fazer em conjunto. E uma chamada de atenção por parte de qualquer adulto pode transformar-se num confronto.

Os pais, esses, não passam de uns marcianos que andam lá pela casa, cuja função se resume a garantir que há comida no prato à hora das refeições, a não os deixar fazer quase nada do que eles querem, a exigir que não se esqueçam dos trabalhos de casa, de dizer ocasionalmente "obrigado" e "por favor", de tomar duche e de lavar os dentes. As únicas coisas que parecem existir são o seu grupo de amigos e o seu espaço pessoal e secreto. Por vezes, contudo, imprevisível e incompreensivelmente, ficam ternurentos durante uns curtos instantes - com os pais, com os irmãos mais novos. Mas isso depressa lhes passa. Daaah...!! Esta expressão é a que melhor resume a atmosfera de incompreensão que frequentemente caracteriza o "retrato de família com adolescente(s)".

Claro que se trata de uma descrição esquemática da situação. Por vezes, as coisas correm melhor - sem problemas de maior na escola e na vida social e sem atritos familiares. Mas outras vezes também correm muito pior, com os jovens a adoptar comportamentos de alto risco, como o abuso de drogas e/ou álcool, as relações sexuais desprotegidas, as corridas de automóveis ou de motas a alta velocidade pelas estradas fora. A adolescência pode também acompanhar-se, nalguns casos particularmente extremos, de doença mental - e até conduzir ao suicídio.

"A muitos títulos, a adolescência é a altura mais saudável da vida", escrevia há uns meses Jay Giedd, psiquiatra de crianças e adolescentesdos National Institutes of Health norte-americanos e perito mundial da visualização do cérebro, no site da Dana Foundation, organização filantrópica de apoio à investigação do cérebro. "O sistema imunitário, a resistência ao cancro, a tolerância ao calor e ao frio e várias outras variáveis estão no seu auge. Porém, apesar dessa força física, a doença e a mortalidade aumentam 200 a 300 por cento [na adolescência]. (...) Para perceber este paradoxo de um corpo saudável associado a um cérebro [programado] para correr riscos, é preciso conhecer melhor a maneira como o cérebro se modifica durante este período da vida."

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Marmotas explicam o apetite

Investigadores induziram, com uma molécula, necessidade de comer em animais que estavam a hibernar.

Os animais que hibernam, às vezes seis ou sete meses, como é o caso das marmotas, não comem durante esse longo período de sono, que lhes permite atravessar o Inverno como se ele não existisse. Essa ausência de apetite está programada nas células daqueles animais, o que os impede de definhar até à morte. No entanto, um grupo de investigadores coordenado pelo biólogo Greg Florant, da universidade do estado do Colorado, nos EUA, conseguiu induzir fome em marmotas que estavam em estado de hibernação, o que as obrigou a acordar e a comer.

A experiência, segundo os próprios cientistas, poderá agora abrir caminho a novas investigações sobre a obesidade e os distúrbios alimentares nos seres humanos.

De acordo com o estudo publicado na revista científica Journal of Experimental Biology, enquanto as marmotas dormiam a sono solto, a equipa administrou-lhes uma molécula chamada AICAR, que é um nutriente, e que existe em todos os seres vivos. Essa molécula activou nos animais o circuito neurológico que comanda a ingestão de alimento e desperta o apetite.

Este circuito, que nestes animais fica inactivado durante o período de hibernação, tem por base o

delicado equilíbrio entre duas moléculas que armazenam energia: a ATP e a AMP. Se elas baixam, a energia baixa, e o apetite é desencadeado.

Na experiência realizada pelos biólogos, a administração da molécula AICAR levou à alteração da percepção neuronal sobre a energia disponível no organismo e os animais acordaram para comer.

"Descobrimos que, provavelmente, os nutrientes no cérebro, como os ácidos gordos, podem alterar o circuito neuronal que comanda a ingestão de alimento e que, na altura em que os animais estão a hibernar, se encontra inactivo", explicou Greg Florant, citado pela Science Daily.

No caso das marmotas da experiência, houve uma percepção artificialmente induzida de um défice de energia no organismo, o que levou os animais a acordarem para se alimentarem.

Numa próxima experiência, os investigadores pretendem também testar se o contrário também pode ser induzido nestes animais. Ou seja, se em estado de não hibernação, estes animais podem ser induzidos desta forma (pela alteração da percepção neuronal) a não se alimentarem.

A equipa pretende ainda identificar na marmota que circuitos neuronais no hipotálamo comandam este processo, para perceber se coincidem com os que já se conhecem nos ratos, que são animais que não hibernam. É no hipotálamo, uma região do cérebro, que são controladas funções básicas como a alimentação, o sexo e a regulação da temperatura