A origem do desenho animado

O precursor da animação foi o professor belga Joseph Plateau.

Em 1832, ele inventou o equipamento fenacistoscópio - um disco com figuras dispostas em torno do centro que parecem movimentar-se quando o mecanismo é girado.

A idéia era apresentar uma rápida sucessão de desenhos de diferentes estágios de uma ação, criando a ilusão de que um único desenho se movimentava.

O primeiro desenho animado foi Humorous phases of funny faces (Fases cômicas de faces engraçadas), feito em 1907 pelo inglês J. Stuart Blackton.

Com a chegada do som, Walt Disney produziu, em 1933, Os três porquinhos, cujo tema musical, Quem tem medo do lobo mau?, se tornou célebre.

Os primeiros aparelhos de ginástica

O revista "Cabinet" encontrou o precursor dessas máquinas com nomes complicados e comerciais que parecem nunca acabar.

O primeiro equipamento de ginástica com contrações mecânicas do mundo foi criado pelo sueco Gustav Zander, no fim do século XIX. Assim o inventor vendia sua idéia: "um remédio que previne os males criados pela vida sedentária e pelo isolamento do trabalho".

Mais de cem anos depois tudo continua igual (ou pior): sedentarismo, pessoas vivendo em escritórios e aparelhos mirabolantes que não funcionam.

Situações estranhas estimulam o cérebro

A nota de três dólares; a freira com barba; o verso, retirado do poema de Lewis Carroll, que "roldavam e relviam nos gramilvos".

Resumindo, uma experiência que viola toda lógica e expectativa. O filósofo Soren Kierkegaard escreveu que tais anormalidades produziam uma profunda "sensação de estranheza", e ele não foi o único a levar essas anormalidades a sério. Freud, em um ensaio chamado "O Estranho", demonstrou a sensação do medo de morte, de castração ou de "algo que deveria ter ficado escondido, mas que veio à tona"

Na melhor das hipóteses, o sentimento é confuso. Na pior, é assustador.

Um estudo atual sugere que, contraditoriamente, esta mesma sensação pode levar o cérebro a perceber padrões não perceptíveis em outra ocasião --nas equações matemáticas, na linguagem, no mundo de forma geral.

"Queremos tanto nos livrar daquele sentimento que procuramos por significado e coerência em todo lugar", disse Travis Proulx, aluno de pós-doutorado da Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara, e principal autor do artigo, publicado na atual edição do periódico Psychological Science. "Conduzimos o sentimento para outro projeto, e isso parece melhorar alguns tipos de aprendizado".

Há muito tempo, os pesquisadores sabem que as pessoas se prendem ainda mais a suas crenças pessoais quando o sentimento está ameaçado. Ao lembrarem que a morte é inevitável, tornam-se mais patrióticas, mais religiosas e menos tolerantes a estranhos, segundo as pesquisas. Quando ofendidas, manifestam mais lealdade a amigos - e quando ficam sabendo que não se deram bem em um teste de perguntas e respostas, identificam-se mais com os times vencedores do colégio.

Em uma série de novos artigos, Proulx e Steven J. Heine, professor de psicologia na Universidade da Columbia Britânica, argumentam que essas descobertas são variações do mesmo processo: manter o significado, ou a coerência. O cérebro desenvolveu-se para fazer previsões, e isso ocorre ao identificar padrões.

Quando esses padrões se rompem - a exemplo de quando um mochileiro se depara com uma cadeira no interior da floresta, como se tivesse caído do céu - o cérebro procura algo, qualquer coisa que faça sentido. Pode recorrer a um ritual familiar, como checar um equipamento. Porém, segundo os pesquisadores, isso também pode voltar a sua atenção para o meio externo, e notar um padrão de rastros de animais que estava oculto. O desejo de encontrar um padrão coerente torna mais provável que o cérebro descobrirá um.

Porque os orientais tem os olhos puxados

Na verdade os olhos dos orientais (e não exclusivamente dos japoneses, como também de chineses, coreanos, tailandeses, etc) não são “puxados” e sim a pálpebra é mais lisa, e não curva como nos olhos ocidentais. O sulco palpebral superior, geralmente bem definido e cerca de 7 mm acima da linha ciliar nos ocidentais, está ausente nos orientais. Esse sulco torna-se mais evidente ao se abrir os olhos. Há nos orientais o aspecto amendoado com elevação do canto lateral. A pálpebra inferior é caracterizada por excesso de gordura orbital, gordura pré-tarsal (porção posterior) e excesso de pele na parte medial.

Essas características provavelmente decorreram de um processo de seleção natural, ja que os olhos orientais são mais adequados para proteção contra o frio rigoroso. Possivelmente as populações que conseguiram fixar residência ao leste do Himalaia primeiro tinha forte tendência nesse perfil, e que se manteve com o passar dos séculos.

Além disso, esse traço deve ter sido uma vantagem para os habitantes de regiões frias, pois sua função é parecida com a dos óculos dos esquiadores, que possuem um visor em forma de fenda para reduzir a luminosidade refletida pela neve. Isso parece lógico, já que os mongolóides, que têm essa característica, surgiram de uma área gelada no norte da Ásia, há cerca de 10 mil anos. Como a imensidão branca das regiões frias reflete muito a luz solar que chega à superfície, quem mora nesses lugares pode ter problema de vista a longo prazo – desde cegueira momentânea até certos transtornos de retina -, o que explicaria a predominância dos olhos puxados na seleção natural.

Há diferenças entre os diferentes padrões (chineses, coreanos, japoneses) mas que são sutis para os olhos ocidentais.
Por que o céu é azul?

Sabemos que a luz é formada pela união de várias cores. Ao entrar em contato com a atmosfera, ela espalha-se devido às particulas existentes no ar. Porém as ondas de cada cor espalham-se de forma diferente, dependendo do seu comprimento. Quanto mais curtas, mais dispersas elas se tornam. O comprimento da onda azul faz com que ela se espalhe o suficiente para dar ao céu a tonalidade que vemos. Já no final da tarde, o sol ilumina obliquamente, obrigando os raios a fazer um caminho mais longo para chegar à Terra. Tal fato dispersa quase totalmente a luz azul e torna visível a vermelha, que possui um comprimento maior, dando-nos o espetáculo do pôr-do-sol.

Como surgem os buracos negros?
Os buracos negros surgem dos "restos mortais" das estrelas. Enquanto ativas, elas mantêm-se vivas, pois o calor que emanam empurra sua massa para o exterior enquanto que a gravidade as puxa para dentro, mantendo assim um equilíbrio constante. Porém, assim que seu "combustível" acaba e elas se apagam, apenas a gravidade resta, sugando sua superfície para o centro e tornando-as extremamente densas. Quando a estrela é muito grande, a gravidade gerada é tão forte que tudo que se aproximar é sugado para dentro. Nem mesmo a luz, o elemento mais rápido do universo, consegue escapar. Um corpo do tamanho de nosso Sol (1.394.000 km) precisa atingir apenas 6 km de diâmetro para tal. O que é equivalente a transformar a maior montanha da Terra em uma borboleta, mas mantendo o peso da montanha. Apocalípticos de plantão, acalmem-se! Para a formação de um buraco é necessário que a estrela seja muito maior que nosso Sol (cerca de 3,2 massas solares), então mesmo que ele apagasse, não seríamos sugados, apenas morreríamos de frio.

Cientistas criam bateria de celular que recarrega em 10 segundos

Não, você não leu errado. Uma revolucionária bateria que recarrega-se em apenas 10 segundos, em vez de várias horas, foi criada por cientistas norte americanos do Massachusetts Institute of Tecnology (MIT).

O segredo está num novo dispositivo que recebe carga 100 vezes mais depressa do que uma bateria convencional, podendo ser utilizado em celulares, computadores portáteis, iPods e câmeras digitais.

A mesma tecnologia também poderá permitir que um carro elétrico tenha mais autonomia de uso, eliminando um dos maiores obstáculos para a natureza: o uso de um combustível mais limpo. Além disso, a equipe envolvida no desenvolvimento afirma que sua invenção utiliza materiais que já estão disponíveis, tornando mais simples a produção em massa da bateria.

Ao que tudo indica, o modelo de bateria de lithium-fer-fosfato (LiFePO4) será menor e mais leve do que os modelos atuais. Atualmente, as baterias de LiFePO4 permitem armazenar grandes quantidades de energia, mas os processos de carga e descarga demoram várias horas.

Segundo o Daily Mail, com a descoberta de Byoungwoo Kang e Gerbrand Ceder, cientistas do MIT, uma bateria de carro poderá, desde que tenha um carregador adaptado, ser recarregada em cinco minutos, contra as seis ou oito horas que demoram atualmente.