Pequenas dúvidas

Como é que o Tarzan estava sempre barbeado?

Por que os Flinstones comemoravam o Natal, se eles viviam antes de Cristo?

Por que a série se chamava "Missão Impossível", se eles sempre conseguiam realizar as missões?

Por que os filmes de batalhas espaciais tem explosões tão barulhentas, se o som não se propaga no vácuo?

Por que aquele filme com Kevin Costner se chama "Dança com Lobos" se só aparece um lobo durante toda história?

Como os homens conseguem guardar tantos detalhes de vários jogos de futebol?

Se os homens são todos iguais, por que as mulheres escolhem tanto?

Por que as mulheres abrem a boca quando estão passando algum creme no rosto?

Por que os pilotos Kamicases usavam capacetes?

Por que a palavra "Grande" é menor que a palavra "Pequeno"?

Por que "Separado" se escreve tudo junto e "Tudo Junto" se escreve separado?

Se o vinho é líquido, como pode ser seco?

Como se escreve zero em algarismo romano?

Por que as luas dos outros planetas tem nomes e a nossa é chamada só de lua?

Por que quando a gente liga para um número errado nunca dá ocupado?

Por que as pessoas apertam o controle remoto com mais força, quando a pilha está fraca?

O instituto que emite os certificados de qualidade ISO 9000 tem qualidade certificada por quem?

Por que qdo aparece no computador a frase "Teclado Não Instalado", o fabricante pede para apertar qualquer tecla?

Quando inventaram o relógio, como sabiam que horas eram, para poder acertá-lo?

Se a ciência consegue desvendar até os mistérios do DNA, por que ninguém descobriu ainda a fórmula da Coca-Cola?

Por que qdo você para no sinal vermelho, tem sempre alguém no carro do lado com o dedo no nariz?

Se após o banho estamos limpos, por que lavamos a toalha?

Como foi que a placa "É Proibido Pisar Na Grama" foi colocada lá?

Por que qdo alguém nos pede que ajudemos a procurar um objeto perdido, temos a mania de perguntar "Onde foi que você perdeu"?

Por que tem gente que acorda os outros para perguntar se estavam dormindo?

Se o Pato Donald não usa calças, porque ele sai do banho enrolado numa toalha?

Porque o espelho inverte as imagens de um lado para o outro, mas não inverte de cima para baixo?

A síndrome de adaptação espacial

A síndrome de adaptação espacial, chamado também de doença do movimento espacial, é muito comum nos astronautas. Ocorre quando há uma discrepância da informação entre a entrada visual e o instrumento vestibular. Os astronautas podem fazer exame de drogas ou submeter-se ao treinamento autogenético undergo para segurar esta doença de movimento. Após aproximadamente três dias, o cérebro adapta-se automaticamente confiando na entrada visual apenas.


Conclusão:
Exatamente como o balanço de um barco na água faz com que se fique com enjôo, a doença de movimento no espaço faz com que se fique com enjôo, ou experimentar doença de movimento do espaço. A doença de movimento é um desordenador do equilíbrio causado por uma má combinação da informação entre a entrada visual dos olhos e o instrumento vestibular situado na orelha.

O instrumento vestibular contém um líquido e uns pêlos minúsculos que se movem com a atração da gravidade para informar o cérebro da orientação e do sentido de movimento do corpo. Na microgravidade, o instrumento vestibular não pode funcionar corretamente. Por exemplo, quando um astronauta fica de cabeça para baixo, seus olhos indicam isto a seu cérebro, mas seu instrumento vestibular não fornece a informação imperceptível. Isto pode resultar em enjôos, em náuseas, e em vomito por alguns dias até que o cérebro se adapte confiando na entrada visual sozinho. Os estudos da NASA indicam que aproximadamente metade dos astronautas dos EUA experimentam a síndrome da adaptação no espaço.

Viajantes espaciais podem usar drogas para impedir ou diminuir a doença de movimento. Estas drogas alvejam os neurotransmissores que estimulam o vômito. Uma outra maneira para segurar a síndrome da adaptação do espaço é com o treinamento autogenético, que envolve controlar as funções corporais que são geralmente involuntárias. Isto permite os astronautas a aprender a impedir ou minimizar a doença de movimento e as outras circunstâncias causadas pelo microgravidade.

Saiba como criar álcool e uma cárie artificial

Se você deixar uma mistura fraca de água e açúcar, exposta ao ar e à luz do dia, após algum tempo, começa a cheirar a álcool.

As bactérias existentes no ar decompõem o açúcar, transformando a solução em álcool.

Se colocarmos um dente na superfície dessa solução, o açúcar se transformará em ácido láctico e irá atacar o dente e produzir uma cárie artificial.

Airbag para os pés

A Autoliv, empresa suíça que fabrica peças para automóveis, desenvolveu o Inflatable Carpet, "airbag" para os pés.

Segundo a Autoliv, testes mostraram que o traumatismo na tíbia, maior osso da parte inferior da perna, foi reduzido pela metade.

Há alguns anos, a Autoliv também havia desenvolvido um "airbag" para os joelhos.

Idade da Terra

Em 1654 um arcebispo irlandês calcula, com base em textos bíblicos, que a Terra teria se formado às 9 horas do dia 26 de outubro de 4004 a.C. Hoje já se sabe que a Terra tem cerca de 5 bilhões de anos. A datação científica é feita a partir da idade do Universo e do estudo das rochas da crosta terrestre. Segundo a teoria do Big Bang, o Universo teria se formado há 15 bilhões de anos e as galáxias há cerca de 13 bilhões. As primeiras estrelas começam a aparecer 4 bilhões de anos depois do Big Bang.

Datação de rochas – Para calcular a idade de uma rocha é preciso somar o tempo de sua formação no interior do planeta, o período de esfriamento (que pode chegar a 500 mil anos) e o tempo que ela leva para surgir na crosta. Na datação de rochas os cientistas identificam em sua composição elementos radiativos. Sabe-se que todo elemento radiativo (isótopo instável) se transforma naturalmente em um isótopo estável. O tempo máximo de transformação também é uma variável conhecida. Assim, é possível calcular a idade de uma rocha investigando quanto ainda resta do elemento radiativo.

Existe Vida em Outros Pontos do Universo

Em um polêmico livro publicado em 2000 (Rare Earth, Springer), dois autores americanos, o paleontólogo Peter Ward e o astrônomo Donald Brownlee, autores da frase acima, propuseram a idéia de que seria praticamente zero a possibilidade de existir vida inteligente semelhante a do ser humano. Em outras palavras, podemos estar sozinhos no Universo.

Veja bem, caro leitor, a polêmica não é se existiria qualquer tipo de vida em outros pontos do universo além da Terra. A maioria dos cientistas concorda que há uma possibilidade extremamente alta de que ela exista, e veremos abaixo a argumentação a favor disso. A polêmica mais violenta, e que se arrasta desde a época de Giordano Bruno, é se poderiam existir seres vivos dotados de inteligência, ou seja, alguém parecido conosco, humanos.

O argumento de Ward e Brownlee parece reforçar o que muitos religiosos afirmam desde a Idade Média, ou seja, que o ser humano seria uma criação única de Deus, feito à sua imagem e semelhança, e que não existiria em nenhum outro lugar do Universo. Devido a este dogma, a Terra foi colocada no seu centro, e as esferas celestes foram consideradas desabitadas, com exceção dos anjos e das almas boas que tinham merecido a redenção do Céu.

Por ter afirmado (entre outras heresias religiosas para a época), que existiria um número infinito de mundos, e, portanto, de outras raças inteligentes à imagem de Deus, o frade italiano Giordano Bruno foi queimado vivo pela Inquisição, por ter desafiado as imposições do "conhecimento" oficial da Igreja Católica. Antes de morrer, o rebelde Bruno declarou aos juízes: "Talvez o seu medo em me passar esse julgamento seja maior do que o meu de recebê-lo", Uma ótima frase de despedida, e até hoje ela resume bem o que existe por trás da intolerância e do dogma: simplesmente o medo.

Posteriormente, com o desenvolvimento e popularização da astronomia, ficamos sabendo que os planetas são outros mundos como o nosso, e que eles poderiam teoricamente ter vida (embora até hoje nada tenha sido achado). Nos séculos seguintes a Humanidade tomou conhecimento, chocada, que o Sol é apenas uma estrela dentre as mais de 100 bilhões da Via Láctea, e que esta, por sua vez, é uma galáxia de tamanho médio entre possivelmente alguns trilhões de outras galáxias dispersas em um espaço inimaginavelmente grande.

Mais recentemente, usando novas técnicas, os astrônomos foram capazes de detectar a existência de centenas de novos planetas em outros sistemas estelares. Quase todos, por serem gigantes, são semelhantes a Júpiter e outros planetas gasosos, incapazes de abrigar qualquer tipo de vida. Entretanto, em abril de 2007 foi descoberto pela primeira vez um planeta, a cerca de 20 anos-luz da Terra, que parece ter água em estado líquido e uma temperatura entre 0 e 40 graus Celsius, sendo capaz, portanto, de abrigar formas de vida semelhantes às encontradas por aqui.

Fazendo algumas contas simples, cientistas como Frank Drake e Carl Sagan (autores de uma famosa equação desenvolvida em 1961 que procurou calcular objetivamente essa probabilidade) logo chegaram à conclusão que, entre os trilhões de trilhões de planetas possíveis, seria uma impossibilidade matemática que em alguns deles, não se tivesse desenvolvido vida, e, especialmente, vida inteligente. Os parâmetros da tal equação podem ser chutados à vontade, então ela é bem pouco confiável, mas uma estimativa bastante pessimista deu, mesmo assim, um resultado de pelo menos 10 civilizações extraterrestres na nossa galáxia.

As espécies vivas evoluíram, em alguns bilhões de anos, a partir de organismos extremamente simples, como bactérias, algas ou protozoários unicelulares, adaptados às condições físicas da Terra. As células, por sua vez, parecem ter tido sua origem em aglomerados moleculares orgânicos, mas não vivos, compostos de carbono, hidrogênio, oxigênio, nitrogênio e outros átomos, que existem em grande quantidade por toda parte no Universo, inclusive na poeira inter-estelar. Esses átomos mais pesados foram gerados na fornalha nuclear dentro das estrelas, a partir do hidrogênio, e se espalharam pelo espaço sideral quando essas estrelas explodiram ao final de sua vida (novas e super-novas).

As galáxias como conhecemos hoje

Edwin Hubble (1889-1953) foi o responsável pela classificação das galáxias como conhecemos hoje.

Foi ele quem provou, nos anos 20, que elas são como "ilhas", movendo-se separadamente.

São seus também os que possibilitaram identificar a relação entre a distância e velocidade com que se movimentam, razão essa conhecida como constante Hubble.

O astrônomo foi formou-se em direito pela Universidade de Oxford e apensa depois partiu para a astronomia, sua verdadeira paixão.


Saiba mais:
A galáxia é uma coleção de massas solares que podem conter entre 100 mil e 3.000 bilhões de estrelas.

Elas se reúnem em grupos e supergrupos e possuem várias formas.

Ninguém sabe com precisão quantas galáxias existem no Universo, mas a nossa, a Via Láctea, é apenas uma entre milhares ou talvez milhões.

A Via Láctea é uma galáxia em espiral que se estende por 100 mil anos-luz de diâmetro.

As galáxias em espiral tendem a possuir estrelas mais jovens e brilhantes, enquanto as galáxias elípticas, que são as mais comuns, contêm estrelas mais antigas.

Andrômeda é muitas vezes descrita como a nossa galáxia gêmea, porque tem mais ou menos o mesmo tamanho, a mesma forma e idade.