Manga com Leite

“Manga com leite faz mal, menino!”. Quem nunca ouviu a frase alguma vez na vida? Se você já experimentou misturar estes ingredientes, ótimo, já conhece a verdade. Já para aqueles que ainda acreditam na crença, um importante recado: tudo é mentira.

Esta crendice popular é muito antiga, e está diretamente relacionada à escravidão no Brasil. Como se sabe, um dos ingredientes mais empregados na alimentação dos escravos era o leite. Já as mangas, frutas originárias da Índia, eram consideradas nobres, sendo destinadas somente à elite da época.

Aí que está a explicação de tudo. Proibir os escravos de comerem as mangas era algo quase impossível, haja vista a abundância da fruta. Assim, os senhores de engenho passaram a dizer que a mistura da manga com o leite levaria o indivíduo à morte, só para os escravos não comerem da fruta.

Fotografia sem câmera

Muitos de vocês desejam se entregar à arte da fotografia, mas que não possuem uma câmara fotográfica, encontrarão, nesta página, a solução do seu problema. Conseguirão, executar interessantes fotografias sem servirem-se do aparelho necessário.

O nosso material será o seguinte: uma chapa de vidro de 10 x 12 cm, um pedaço de papelão das mesmas dimensões, uma pequena bacia, dois elásticos um tanto largos, uma folha de papel autovirante e um pouco de hipossulfito. Não se assustem, não precisaremos ir a um laboratório de experiências nucleares para conseguir os dois últimos elementos: bastará adquirí-los, por alguns centavos, em qualquer estabelecimento do gênero. Pediremos um pacote de papel autovirante (bastarão uns cinquenta, para fotos pequenas) e algumas centenas de gramas de hipossulfito, substância muito parecida com o sal de cozinha. Para ficarmos sabendo algo sobre a especial propriedade do papel adquirido, cortemos logo um um quadradinho e, segurando-o firme entre dois dedos, esponhamo-lo, do lado brilhante, à viva luz solar. Veremos, então que ele escurece aos poucos, até tornar-se preto, mas afastando os dedos, percebemos que, onde estavam apoiados estes, o papel permaneceu claro. Compreendemos, assim, que interpondo um objeto qualquer entre a luz e o papel autovirante, este fotografará o objeto. a este ponto, um rapaz inteligente objetará que, uma vez retirado do papel o objeto fotografado, a luz lhe cancelará, em breve tempo, todas as partes das folhas que ficaram em branco. Certo: mas isto aconteceria se nós não afastássemos logo da luz viva a nossa foto e não a mergulhássemos numa baciazinha de água e hipossulfito, que a "fixará" duradouramente, tornando-a insensível a qualquer outra exposição à luz.

Experimentemos, pois, fotografar uma folha qualquer, mesmo amassada. Apoiamo-la no pedaço de papel autovirante e, para que adira bem, não deixando filtrar a luz, fechemo-la entre o papelão e o vidro e apertemos o todos com dois elásticos (ver gravura). Depois, exponhamo-la à luz, até que notemos um enegrecimento total do papel. Retirando, então, o nosso modelo, ele nos surgirá reproduzindo em todas as suas ramificações e poderemos imergir, logo, a foto na pequena bacia onde já dissolvemos, duas colherinhas de hipossulfito.

Neste ponto, podemos ir descansar, porque o hipossulfito trabalha sozinho; mas a curiosidade nos deterá, para observarmos o que acontece na bacia, e isso valerá a pena: a nossa fotografia mudará lentamente de cor, tornando-se vermelha e, depois, novamente negra. Transcorridos os dez minutos, retira-la-emos do banho de hipossulfito e a mergulharemos noutra bacia, debaixo da torneira aberta, de modo que a água, escorrendo, ali se renove continuamente a agite, de modo perfeito, a fotografia, para que desapareça qualquer vestígio de hipossulfito.

Esta operação de lavagem deve durar algumas horas, para garantir o bom e durável êxito do nosso trabalho. Depois, não nos admiremos se tivermos nas mãos uma fotografia colante e meio amarrotada; enxuga-la-emos, conservando-a pendurada a um fio, por um canto, mediante um grampo de prender roupa. Finalmente, cortaremos as beiradas segundo nosso gosto, eliminando os sinais claros, deixados pelos elásticos.

Examinemos, agora, juntos, amigos cybernautas, as infinitas possibilidades que este processo nos oferece. Fotografando todas as folhas que temos em nosso poder e escrevendo junto a cada uma o nome, fazemos um belíssimo e incomum herbário, que terá a vantagem de nunca se deteriorar e isso sem qualquer cuidado especial de nossa parte. Passaremos, depois a fotografar borboletas de todas as espécies e grandezas; contentaremos a irmãzinha ou o irmãozinho, que desejarão a foto de sua mãozinha aberta e, finalmente, nos dedicaremos à reprodução de ilustrações e de reais fotografias. Neste último campo, eu lhes garanto, podemos variar muito e satisfazer nosso desejo com brilhante prazer.

Servir-nos-emos de ilustrações e até desenhos em cores, após havermos nos assegurado de que não trazem, no verso, caracteres de imprensa ou outras gravuras, e isso pelo evidente motivo de que também estes seriam reproduzidos, superpondo-se às figuras que desejamos fotografar. As fotografias normais, ao invés, para serem reproduzidas, não devem estar já "montadas" pelo fotógrafo sobre papelão, ou deverão ficar livres deste, pondo-as na água limpa. A propósito de fotografias, o habitual rapaz inteligente terá, ainda, algo para objetar. Nós já o sabemos, quer dizer-nos que, na sua fotografia, o papai sairá com todos os cabelos brancos e o rosto escuro. Realmente, fotografando as fotografias de pessoas, teremos que fazer duas "poses", porque, com a primeira, obteremos somente um "negativo" (isto é, lhes aparecerá negro o que é branco) e, com a segunda exposição, para a qual executaremos o mesmo processo, obteremos, ao invés, um " positivo", ou seja, uma fotografia naturalíssima. Podemos servir-nos de duas exposições, para fotografar qualquer assunto, desde que prefiramos reproduzir fielmente os claros-escuros, que, doutro lado, se mantidos em negativo, podem criar efeitos originais, decorativos. Conheço um rapaz que colou em seu álbum as fotografias positivas ao lado dos seus negativos e, confrontando-as bem de perto, nem sempre as primeiras pareciam preferíveis às segundas. De qualquer maneira, após um certo tempo, a experiência lhes sugerirá quando for necessária uma segunda exposição.

E agora, caros amigos cybernautas, antes de nos lançarmos ao trabalho, consideremos mais uma interessante possibilidade: a de aposta, com seus amigos, que se mostrará certamente céticos, sobre nossa habilidade de fotógrafos sem câmara fotográfica e de ganhar a aposta, naturalmente.

Tempestade de Areia

As tempestades de areia são comuns em regiões muito secas e que apresentam o solo desprovido de vegetação, como por exemplo, os desertos, a região norte da China e a região das Grandes Planícies nos EUA.

A intensidade dos ventos pode variar muito de acordo com a região, ocasionando desde o que podemos chamar de levantamento de poeira até tempestades de areia propriamente dita com ventos que podem passar dos 100 km/h.

Invariavelmente as tempestades ou levantamento de poeira interferem na visibilidade em maior ou menor grau. Quando a visibilidade se reduz para 1,5 km a 10 km diz-se que há formação de poeira, e quando esta é reduzida a menos de 1,5 km diz-se que há formação de poeira densa ou tempestade.

Quando a humidade do ar atinge um patamar muito baixo em regiões que já possuem clima seco e, por isso tem o solo coberto por uma camada arenosa, ocorre a suspensão de partículas do solo que podem ser transportadas a quilômetros de distância pelos ventos. Quando há apenas queda da humidade relativa do ar, mas existe estabilidade, a poeira tende a permanecer perto do solo.

Mas, quando existe grande instabilidade ocorre o levante da massa de poeira podendo ocorrer de duas formas: sem a presença de ventos horizontais significativos: assim, a poeira simplesmente sobe e espalha-se, formando uma camada parecida com névoa e que pode encobrir totalmente o sol; ou, podem ocorrer ventos fortes que carregam a poeira ocasionando as tempestades. Quando isso ocorre, a poeira, ou areia, forma uma espécie de muralha que vai avançando levada pelos ventos.

Depois de ocorrer a tempestade ou levante de poeira, esta deposita-se. Se ocorrer alguma forma de precipitação (neve, granizo ou chuva), as partículas de poeira podem ser carregadas por estas ocasionando uma precipitação lamacenta ou colorida pelas partículas que antes estavam suspensas. Mas, pode ocorrer também a precipitação da poeira devido, simplesmente, ao cessar do vento. Quando acontece desta forma, a poeira simplesmente cai depositando toneladas de poeira, ou areia.

História das Copas do Mundo

A competição é disputada desde 1930, de quatro em quatro anos, por seleções de vários países- O Brasil é o único país a ter participado todas as vezes do campeonato, e a tê-lo conquistado cinco vezes-

1- O maior artilheiro da História das Copas é o alemão Gerd Müller, que fez 14 gols nas Copas de 1970 e 1974-

2- O maior artilheiro em uma única Copa é o argelino naturalizado francês Just Fontaine, que marcou 13 vezes em 1958-

3- O único país a conquistar uma Copa fora de seu continente foi o Brasil, em 1958, ao ganhar na Suécia-

4- Das 16 Copas disputadas até 1998, 12 tiveram a presença de Brasil ou Alemanha na final- E o mais incrível é que as duas seleções jamais se enfrentaram numa Copa do Mundo- Será que o confronto acontece em 2002?

5- De 1970 até 1994, há uma simetria entre os campeões: Brasil, Alemanha, Argentina, Itália, Argentina, Alemanha, Brasil-

6- Muitos consideram que as três maiores seleções de todos os tempos não conseguiram conquistar a Copa: a Hungria de Puskas (1954), a Holanda de Cruijff (1974/1978) e o Brasil de Zico & Cia- (1982)- No entanto, há um consenso entre os especialistas, que considearm a Seleção Brasileira Campeã Mundial de 1970, com Pelé, Rivellino, Gérson, Tostão, Carlos Alberto, Jairzinho e outros, é a melhor de todos os tempos-

7- Até hoje apenas uma final foi decidida nos pênaltis: em 1994, Brasil × Itália persistiram 120 minutos no 0 × 0- A partida foi decidida nos pênaltis, com o placar de 3 × 2 para o Brasil-

8- Os jogadores que mais jogaram Copas são o goleiro mexicano Carbajal e o líbero alemão Lothar Matthäus, com 5 participações cada um-

9- O técnico iugoslavo (sérvio) Bora Milutinovic é um caso à parte na História das Copas- Contando com 2002, ele foi a 5 Copas com 5 seleções diferentes: 1986 (Nigéria), 1990 (Costa Rica), 1994 (Estados Unidos), 1998 (México) e 2002 (China)-

Tomar multivitamínicos pode causar câncer

Nos últimos tempos, as vitaminas antioxidantes têm sido vistas como os super-herois da saúde, mocinhos sempre prontos para combater os vilões do organismo, chamados radicais livres. Este discurso foi sendo repetido pelo senso comum da medicina popular ao longo da última década, até chegar ao ponto em que estamos, onde os consumidores o repetem sem saber o que significa.
Assim, as pessoas passaram a comprar, por preços salgados, concentrados dessas substâncias (em geral, os comprimidos de vitaminas), que são encontradas em alimentos naturais como frutas, legumes e cereais. Cientistas de um instituto de saúde de Los Angeles (EUA) descobriram que as pílulas concentradas de vitaminas C e E podem aumentar o risco de câncer.
Os radicais livres são produzidos naturalmente pelo corpo, mas são danosos aos nossos tecidos, o que acelera o envelhecimento. Como possuem vitaminas (antioxidantes), as frutas e verduras foram elevadas ao status de elixir da longa vida há algumas décadas, pois combatem a acumulação de radicais. Buscando aumentar o efeito, a indústria alimentícia passou a produzir comprimidos com as vitaminas puras. E tudo foi propagandeado como o mais eficaz combate ao envelhecimento.
Nos anos, 90, contudo, descobriu-se o primeiro efeito negativo das tais pílulas milagrosas: aumentam as chances de câncer no pulmão. Agora, outros males estão sendo revelados: as vitaminas C e E, em excesso, atrapalham no reparo do DNA, o que pode comprometer a síntese de substâncias vitais para o corpo.
Além disso, descobriu-se que os radicais livres não são de todo ruins. Eles são úteis para evitar justamente o problema que as pílulas vitamínicas proporcionam: o câncer. Os radicais livres inibem a eventual criação e crescimento de alguns tumores cancerígenos.
Eis o conselho dos médicos: não consumir esses multivitamínicos. O nível de vitaminas no corpo humano pode ser mantido no nível ideal com uma dieta normal de frutas e verduras. Mesmo exagerado, o consumo de vegetais não provoca os efeitos prejudiciais dos comprimidos. Em alguns casos, sem dúvida, o natural é o melhor.

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Você sabia que os refrigerantes auxiliam no envelhecimento precoce?

Um estudo publicado no diário Daily Mail assegura que os refrigerantes podem causar a velhice antes do previsto. Os cientistas alertam do perigo dos fosfatos que abundam nas bebidas gasosas e que é ingrediente básico para reavivar seu sabor, é sutilmente nocivo pois pode acelerar a deterioração de nosso organismo.

Ainda que os especialistas da Universidade de Harvard tenham feito experiências somente com ratos, acreditam que os resultados podem ter os mesmos efeitos nos seres humanos. Entre algumas consequências está o definhamento de pele e músculos, além dos danos que provocados ao coração e os rins. Lamentavelmente o fosfato encontra-se também em outros alimentos como carnes processadas, pastéis e pães.

É bastante preocupante o consumo exagerado de refrigerecos já que apenas duas latinhas por semana são suficientes para o aumento do risco de padecer de ossos frágeis, câncer pancreático, debilidade muscular e paralisia.

A recomendação dos cientistas é clara, ter uma dieta saudável e equilibrada e distante das bebidas gasosas. O equilíbrio em todo âmbito da vida é essencial e na alimentação não seria diferente.