A História do Microscópio

Os primeiros microscópios simples, limitados à ampliação de uma única lente, foram construídos na metade do século XV e utilizados inicialmente para investigar o mundo dos insectos.

Por causa da dificuldade em produzir vidro puro na época, as lentes dos microscópio distorciam as imagens e contornavam-nas com halos e espectros de cores.

Em 1590, o holandês Hans Janssen e o seu filho, Zacharias, planearam o primeiro microscópio.

Era composto por uma objectiva de lente convexa e uma lente (de luneta) côncava, conforme relatou Galileu Galilei em 1609.

Outro holandês, Anton van Leeuwenhoek (1632-1723), trabalhava numa loja de tecidos e, nas horas vagas, fazia experiências com vidro moído para produzir lentes.

Usava o microscópio para observar os fios e depois passou a examinar a anatomia dos menores animais conhecidos. Ele produziu microscópios tão eficientes que estabeleceu, praticamente sozinho, o ramo da microbiologia.

Aos poucos, ele convenceu uma comunidade científica bastante céptica que uma importante teoria da época, a da geração espontânea (a crença de que organismos vivos podem originar de matéria inanimada), era uma grande palermice.

Larvas não nasciam da carne podre, nem moscas da areia, nem enguias dos bancos lodosos dos lagos; estas criaturas reproduziam-se por ovos colocados pela fêmea e fertilizados pelo macho. Leeuwenhoek também é considerado o primeiro a realizar descrições precisas dos glóbulos vermelhos (para espanto dos fisiologistas da época), das bactérias que habitam a boca e os intestinos dos seres humanos (para horror da população) e da forma e locomoção do espermatozóide humano.
Quanto tempo dura um sonho?

Antigamente pensava-se que os sonhos aconteciam em flashs (fração de segundos), hoje sabe-se que eles na verdade ocupam tempo real em nossa mente, ou seja, acontecem na mesma velocidade que imaginamos estar vivenciando-os. Um sonho comum dura de 10 a 40 min. Seu enredo é sempre relacionado com nos nossos medos, preocupações, desejos ou coisas que estão para acontecer. Algumas pessoas imaginam que não sonham, o que não é verdade, elas apenas não se recordam de tê-lo feito. Isso ocorre porque para lembrar de um sonho é preciso acordar no momento em que ele acontece.

A História da Nitendo

A Nintendo foi fundada em 1889 por um artesão chamado Fusajiro Yamauchi, no Japão.

A empresa, que é hoje uma das líderes mundiais no mercado de video games, produzia cartas de baralho chamadas Hanafunda, um conhecido passatempo da época, partindo para a América 20 anos depois, com baralhos ocidentais.

Apenas em meados da década de 50 é que a empresa entrou no ramo de brinquedos, até que em 1975 assinou um contrato com a Magnavox, distribuindo o velho Odissey no Japão. Dois anos mais tarde, eles lançaram sua própria plataforma em parceria com a Mitsubishi Electrics, o Color TV Game 6, que rodava algumas versões diferentes de Tênis e vendeu seis milhões de cópias.

Cemitérios de aviões

O lugar no meio do deserto é conhecido como cemitério de aviões. São 4.550 aeronaves.
Qualquer país que tivesse acesso a esses equipamentos se tornaria uma potência militar.
No enorme deserto do Arizona, aeronaves que bombardearam cidades e mataram inimigos agora repousam em silêncio.
Os poderosos Hércules estão acorrentados, para evitar um vôo indesejável, em uma tempestade do deserto americano.

O ar seco do Arizona, no entanto, é um remédio contra a corrosão.
E o revestimento branco que dá um tom pálido aos grandalhões reflete o calor do deserto e evita o desgaste das peças.
O centro de manutenção e regeneração de aeronaves dos Estados Unidos foi criado para guardar os aviões que sobreviveram à Segunda Guerra Mundial.
Depois vieram novos confrontos, novas tecnologias e mais aposentados.
Mas não se engane: os fantasmas do deserto podem voltar aos céus a qualquer momento.

Lixo Espacial

A Agência Espacial Européia (ESA, na sigla em inglês http://www.esa.int/esaCP/index.html) divulgou nesta terça-feira imagens do lixo espacial em órbita em volta da Terra.
Segundo a agência, entre o primeiro lançamento, em 1957, e janeiro de 2008, cerca de 6 mil satélites já foram enviados para a órbita terrestre. Destes, apenas 800 estariam ativos e 45% estariam localizados a uma distância de até 32 mil quilômetros da superfície terrestre.

Além dos satélites desativados, as fotos de satélite mostram resíduos espaciais como fragmentos de aeronaves espaciais que se quebraram, explodiram ou foram abandonados. De acordo com a ESA, aproximadamente 50% dos objetos que podem ser rastreados são derivados de explosões ou colisões na órbita terrestre.
O lançamento do Sputnik - o primeiro satélite artificial, lançado em 1957 pelos soviéticos, marcou o início da utilização do espaço para a ciência e a atividade comercial.

Durante a Guerra Fria, o espaço se tornou o principal terreno de competição entre os Estados Unidos e a antiga União Soviética - uma disputa que atingiu seu ápice com a corrida para conquistar a Lua, na década de 60.
Por ocasião das Olimpíadas de Tóquio, em 1964 foi lançado o primeiro satélite de televisão para a órbita terrestre, com o objetivo de transmitir os Jogos Olímpicos.

Mais tarde, os lançamentos russos diminuíram e outros países inauguraram seus programas espaciais.
Uma estimativa da ESA indica que o número de objetos na órbita terrestre cresceu de maneira estável desde o primeiro lançamento. Segundo os dados, cerca de 200 novos objetos são lançados todos os anos.
Em 2001, os pesquisadores americanos Donald Kessler e Philip Anz-Meador, que estudam o lixo espacial, afirmaram há uma possibilidade de que, em vinte anos, já não seja mais possível realizar operações em órbitas mais próximas da Terra.
A história dos transplantes capilares
Os transplantes capilares datam do início do século 19. Nos livros médicos sobre o tema há relatos de experiências com transplantes de pêlos de animais já em 1804, feitos por um médico europeu chamado Baromio. Em 1822, dr. Diffenbach se especializaria em transplantes de cabelos e pele. Paralelamente, os japoneses realizaram várias experiências, talvez porque as gueixas e prostitutas tinham os pêlos pubianos arrancados e, quando "mudavam de vida", recorriam aos médicos para um transplante; ou talvez pelos vários acidentados em terremotos.

Palitos de fósforos

Os chineses utilizavam "pauzinhos de fogo" no ano 1000.
Mas foi em 1669 que o alquimista alemão Hennig Brandt descobriu acidentalmente o elemento fósforo ("o que traz a luz", em grego) numa das suas tentativas de transformar metais em ouro.

A descoberta chegou ao conhecimento do físico inglês Robert Boyle (1627-1691), que inventou, 11 anos mais tarde, uma folha de papel áspero coberta de fósforo, acompanhada de uma varinha com enxofre numa das pontas.
O invento, no entanto, era apenas uma curiosidade muito cara.

Somente em 1826 o químico inglês John Walker apresentou os palitos de fósforo, então com 8 centímetros de comprimento.
Na verdade, ele estava a usar um palito para misturar potássio e antimónio, que se incendiou quando foi raspado ao chão de pedra.

O perigo era que os palitos costumavam incendiar-se sozinhos dentro da embalagem.
Esse problema seria resolvido somente em 1855, com o surgimento do fósforo de segurança, criado pelo sueco Johan Edvard Lundstrom.

Nele, os ingredientes inflamáveis foram separados em dois: parte na cabeça do palito, parte do lado de fora da caixa, juntamente com o material abrasivo.
A primeira caixinha de fósforos foi patenteada pelo advogado americano Joshua Pusey, em 1892, e produzida por uma empresa de Ohio 4 anos depois.